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As 11 profissões que estarão em alta no Brasil em 2015

15/dez/2014

As áreas ligadas diretamente à produção de petróleo e ao setor financeiro serão as mais requisitadas

A lista das profissões em alta de 2015 revela algo importante: engenharia está definitivamente em alta. Seja mecânica, elétrica ou naval, a formação aparece em sete posições na lista de cargos mais cobiçados para o ano que vem, segundo pela Michael Page, empresa de recrutamento de altos executivos.

De acordo com a consultoria, o motivo é a escalada da produção de petróleo e gás prevista para o mercado brasileiro em meados de 2015. Com isso, ganham importância carreiras ligadas a áreas de produção de petróleo, como os engenheiros. Outro motivo é o bom desempenho do e-commerce, que fez aumentar significativamente o volume de galpões industriais e novos centros de distribuição. O profissional necessário para essa área é o gerente de obras industriais, cargo ideal para um engenheiro civil, ou o gerente de logística, posição geralmente ocupada por um engenheiro de produção.

Setor financeiro
Você provavelmente já ouviu (ou leu) a seguinte frase nos últimos meses: ‘2015 será um ano difícil’. A nova equipe econômica, composta por Joaquim Levy, Nelson Barbosa e Alexandre Tombini, mostrou que reconhece o cenário ruim e sinalizou que vai trabalhar para corrigir a rota - o ano deverá ser de duros ajustes que irão afetar a vida de todos os brasileiros.

Apesar das incertezas, ainda há esperança. Já que em 2013 e em 2014 os anos não foram de grandes resultados (o que possivelmente também ocorrerá em 2015), as empresas precisarão buscar novas estratégias para garantir o crescimento do ano que vem. Na lista do que fazer para aumentar a rentabilidade, estarão o aumento da produtividade e as reduções de custos. Por isso, também ganharão importância carreiras ligadas ao setor financeiro das empresas. De acordo com a consultoria, para crescer de forma sólida e rentável, será necessário planejamento e controle.

"Os ajustes devem durar até meados de 2016. Haverá cortes e os executivos vão demorar mais para se recolocarem no mercado. Antes, a média era de dois meses e meio. Hoje, até oito meses. Não se pode entrar em pânico, isso é uma tendência. Os funcionários que ficaram também tendem a acumular as funções dos que saíram", afirma Andre Nolasco, diretor da consultoria. 

A Michael Page indica, a partir de análises de mercado, os cargos mais promissores a partir do próximo ano. Confira em  http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2014/12/10-profissoes-que-estarao-em-alta-no-brasil-em-2015.html

 

Fonte: Época Negócios

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