A acadêmica Marina Jardim Faria de Araújo, do 2° período de Engenharia Ambiental do UniFOA, é realmente uma jovem antenada na questão do meio ambiente. Apesar de ainda estar no inicio de seu curso, ela elaborou um projeto de composteira orgânica e desenvolve vários projetos com a produção de adubo.
No centro universitário, Marina elaborou uma pesquisa junto aos professores Marcos Vinicius Faria de Araujo, seu pai, e Daniela Mullinari, e atualmente utiliza seis composteiras de teste em casa, todas elaboradas com compósito polimérico, um material a base de resina de poliéster e fibra de vegetais, como coco e palmeira.
Marina conta que seu interesse pela compostagem começou em 2011, ainda no ensino médio. No mesmo ano, ela conquistou o 3° lugar no prêmio jovem cientista, com o tema sustentabilidade. O artigo elaborado e a premiação deram mais estímulo para que Marina optasse por cursar Engenharia Ambiental.
Como o processo demora uma média de 100 a 120 dias, Marina está utilizando as composteiras para estudo, e já enviou amostras do seu adubo para a Universidade de São Paulo (USP), onde foram feitas avaliações que comprovam que a quantidade de nitrogênio está ideal para a fertilização.
“O bom é você trabalhar localmente”, diz Marina sobre o projeto que visa o ambiente residencial, pois com o poder público haveria uma dificuldade para locomoção dos restos de alimentos e com o armazenamento dos recipientes.
Partindo da ideia de composteira residencial, Marina criou duas composteiras maiores que também estão sendo testadas na Comunidade Quilombola de Santana, no município de Quatis.
A compostagem é muito utilizada para controlar a decomposição de materiais orgânicos de origem animal e vegetal. Os nutrientes e a matéria resultante dos resíduos liberam nitrogênio, essencial para a fertilização de plantas e vegetais.
Fonte: A Voz da Cidade
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