O Indexlab, laboratório de design da universidade Politécnica de Milão, exalta a sua criação: “Primeira bicicleta construída em impressão 3D de policarbonato 100% reciclado”. O responsável por liderar essa inovação em duas rodas foi o paulista Francisco Martins Carabetta, de 27 anos. O produto nasceu da pesquisa de mestrado do jovem designer, relata o Yahoo!. Com o nome de ‘New01bike’, é uma bicicleta de uso comum, mas construída com material composto pela reciclagem de resíduos industriais de policarbonato, um plástico altamente resistente que, se não for reutilizado, pode levar séculos para se decompor. O produto foi desenvolvido em conjunto com a Gimac, uma empresa de tecnologia industrial, com base no processo de impressão 3D

O que vem primeiro, as metas da ONU ou as diretrizes do Programa Verde Azul? Como o programa do Governo do Estado de São Paulo impacta a qualidade de vida nas cidades e de que forma o setor da construção pode atuar em parceria?
Tem isso e mais no papo do engenheiro agrônomo José Walter Figueiredo neste episódio do PainelCast.

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Cartilha do Programa Mulher

Em conjunto com a coordenadora do Comitê Gestor, as demais integrantes do grupo participaram do lançamento da cartilha orientativa, que subsidia associações, entidades de classe e instituições de ensino para a implementação de políticas de igualdade de gênero na área tecnológica. Além disso, o conteúdo disponibiliza mapeamento sobre as profissões da área tecnológica, presença no mercado de trabalho e Sistema Confea/Crea e Mútua, plano de ação do Crea-SP com os próximos passos para o Programa Mulher no Estado, entre outros. Para conferir o conteúdo, acesse: http://bibliotheke.creasp.org.br:8080/biblioteca/livros_e_publicacoes/cartilha-programa-mulher/.

O Comitê é composto pelas engenheiras Poliana Siqueira, Denise Belloni Ferrari Furlan, Lara Comar Riva, Larissa Javarotti de Oliveira, Lígia Marta Mackey e Vanessa Maria Leite Lucchesi e a designer de interiores Tatiana Romero.

Evento do Crea-SP promoveu debate sobre a equidade de gênero na área tecnológica
 

Iniciativas para alcançar a equidade de gênero na área tecnológica foram compartilhadas durante evento de comemoração ao Dia Internacional das Mulheres na Engenharia (23/06), realizado na Sede Angélica do Crea-SP. Organizado pelo Comitê Gestor do Programa Mulher do Conselho, o encontro foi marcado por debates com especialistas sobre as oportunidades e desafios do mercado de trabalho para as profissionais.

Signatário da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), o Crea-SP instituiu o Programa Mulher para cumprir com os requisitos do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de número 5, que versa sobre a igualdade de gênero. Na abertura do evento, a vice-presidente no exercício da Presidência do Crea-SP, Eng. Lígia Marta Mackey destacou o trabalho desempenhado pelo Comitê Gestor, que elabora ações para incentivar a participação das mulheres no Sistema Confea/Crea e nas profissões abrangidas.

“Esta celebração, com um auditório repleto de profissionais interessadas em debater o mercado de trabalho, marca esse momento histórico em que as mulheres passam a ocupar cada vez mais os espaços reservados à área tecnológica. É essa a representatividade que buscamos e sinto muito orgulho de ter participado das atividades do Comitê em 2021, cuja atuação já tem dado resultados em todo Estado”, afirmou a vice-presidente.

Coordenadora do Comitê, a Eng. Poliana Siqueira apresentou algumas das entregas do grupo, como a Cartilha Programa Mulher, que conta com diagnóstico do mercado de trabalho e do Sistema Confea/Crea com recorte de gênero. Além disso, convidou todas as profissionais a acessarem o conteúdo e participarem como replicadoras do Programa Mulher em suas cidades.

A noite foi palco, ainda, para dois lançamentos importantes: o site do Programa Mulher do Crea-SP e a campanha institucional do Conselho, especialmente elaborada para a data.

Carreira, redes de apoio e sustentabilidade

Foram muitos os temas tratados no decorrer do evento, com destaque para as experiências e histórias de carreira das engenheiras convidadas. O primeiro painel trouxe as Engs. Cristiane Renata Gaiotto Caldana e Fabiana Nicoleti Franco, da Sociedade de Mulheres Engenheiras (SWE), organização que defende mudanças para as mulheres na área tecnológica. O grupo, fundado em 1950, tem atuação internacional com mais de 40 mil membros, e está presente no Brasil. As palestrantes destacaram o banco de currículos e articulação direta com empresas para contribuir com o networking entre mulheres.

Na sequência, a Eng. Patrícia Falcão Bauer iniciou sua palestra apresentando um contexto histórico da presença das mulheres no mercado de trabalho e a evolução ao longo do tempo. A engenheira pontuou as mudanças que ocorrem na área tecnológica, que já evidenciam mais mulheres nas salas de aulas das universidades. Com relação à equidade de gênero, Bauer defende que mais iniciativas como a promovida pelo Crea-SP são necessárias. “Acredito que a educação é um dos caminhos para chegarmos à igualdade”, disse.

Encerrando o ciclo de palestras, a Eng. Maria Constantino tratou sobre a importância da sustentabilidade e o papel da mulher para uma sociedade melhor. Para a engenheira, a ausência de planejamento urbano é a causadora dos maiores desastres ambientais da atualidade, como deslizamentos e enchentes. Ela reforçou a importância das mulheres se envolverem em projetos voltados para as cidades.

Com espaço para rodas de conversa entre os painéis, as participantes puderam presenciar e colaborar ativamente com as discussões. Ao final do evento, Constantino convidou a Eng. Érica Oliveira para falar sobre diversidade. Mulher trans, Érica ressaltou que as empresas precisam olhar com atenção para a questão da população LGBTQIA+, pois apenas 4% das pessoas trans estão no mercado de trabalho. “Mais de 90% das mulheres trans hoje no Brasil vivem em situação de vulnerabilidade. Sei o quanto é importante eu, como mulher trans, engenheira, ser essa representatividade”, concluiu.

Próximos passos

O Comitê Gestor segue com iniciativas de empoderamento feminino, planejando novas frentes de atuação. O objetivo é expandir as ações para além do Conselho. Para isso, estão sendo realizadas ações de aproximações com grupos temáticos, como a ONG Mulheres na Construção, projeto que capacita mulheres na construção civil que visitou o Conselho na quarta-feira (22/06), durante reunião do Comitê.

“Uma mulher empoderada muda a sociedade. Preparamos mulheres para o mercado de trabalho em funções que, tradicionalmente, elas não assumiriam”, explicou a presidente da ONG, empreendedora e assistente social Bia Kern. Ao todo, o projeto já alcançou mais de 5 mil mulheres no País, atuando em capacitação, políticas públicas e mercado de trabalho.

Para ampliar ainda mais as ações, o Comitê também visa as entidades de classe. “A ideia é que as associações implementem o Programa Mulher, desenvolvendo suas próprias ações, seguindo as diretrizes definidas pelo Comitê, de acordo com suas necessidades”, completou a coordenadora Poliana.

Assista ao primeiro vídeo da websérie “Dia Internacional das Mulheres na Engenharia” do Crea-SP.

Produzido pela CDI Comunicação

EVENTO ESGOTADO!!!
Evento: Arraiá AEAARP 2022 Banda Forró 100Dó

Dia 2 de julho  às 18h às 22h

Valor:  R$ 10,00 *associado* – pode comprar até 5 convites (contando com o do associado)

R$ 20,00 *Não associado*

*INCLUSO*: Comidas e bebidas típicas (uma delícia!!!)

Cerveja será vendida à parte

Pagamento: AEAARP - Rua Clemente Ferreira, altura do número 311 ou PIX: 46.940.797/0001-08 - encaminhar comprovante pelo WhatsApp 16 99758-0101 e retirar o convite antes na AEAARP

Trilha empreendedora

Análise de Perfil do Consumidor: o que seu cliente deseja

Dias 5 e 6 de julho  às  18h – 22h

Temas

- Perfil do consumidor;

-Aspectos psicológicos que influenciam na compra;

- Comportamento do consumidor;

- Segmentação: conceito e aplicabilidade no dia a dia.

Inscrição: Acesse aqui 

EVENTO CAIXA ECONOMICA + AEAARP

Café com Conteúdo

09.06.22 das 8h às 9h30

Conheça os tipos de financiamento e produtos da Caixa que podem facilitar seu negócio?

Inscrições:

Temas que serão abordados:

- Financiamento para construção unidades isoladas

- Financiamento a produção para empreendimentos

AGENDA:

8h00 - Café da Manhã

8h30 - Inicio da palestra

9h15 - Fim da palestra

9h15 - Café com Networking

9h30 - Fim do Evento

Palestrantes:

Silvia Mara Marques de Souza

Superintendente Executiva Habitação

Daniela Camargo Tenaglia

Gerente de Carteira PJ

Leonardo Buim Barradas, Gerente de Filial, Gerência Executiva de Habitação de Ribeirão Preto

Com início na Escola Politécnica da USP, grupo de pesquisadores, estudantes e funcionários quer ampliar ações para instituições nacionais e internacionais, promovendo o papel da engenharia na solução de problemas planetários

 Jornal da USP no Ar 

 

É difícil pensar em um mundo sem a ação da engenharia: eletricidade, minas e petróleo, química, navegação, construção civil, mecânica, computação, entre tantas outras áreas em que ela está presente. O objetivo dessa ação é transformar o mundo e contribuir para o bem-estar da sociedade, considerando, no entanto, que a interferência humana no ecossistema implica certos cuidados.

É nessa perspectiva que professores, pesquisadores, estudantes e funcionários da Escola Politécnica (Poli) da USP decidiram se reunir nesta segunda, dia 30 de março, para a formação de um Grupo de Saúde Planetária na Engenharia. A iniciativa conta com o apoio do fundo patrimonial Amigos da Poli, que funciona por meio de uma associação privada sem fins lucrativos de suporte a projetos da Politécnica. A reunião aconteceu no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP para definir as primeiras metas e ações dos participantes.

Com a coordenação do professor Antônio Mauro Saraiva, que também lidera os estudos em Saúde Planetária do IEA, o grupo estabeleceu como ponto de partida o trabalho em assuntos relacionados à cidade, energia e economia circular. A ideia é divulgar o papel da profissão em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para a solução de problemas planetários. Alguns desafios são: reciclagem de resíduos e reutilização como fonte de energia alternativa no âmbito urbano, inserção econômica de iniciativas ambientais, aplicação de inteligência artificial e implementação de políticas públicas.

Para Saraiva, uma das formas de intervenção que o grupo pode atuar é a criação de um espaço de conexão entre as diversas metodologias de análise e organização de projetos interdisciplinares. Para isso, os integrantes pretendem coletar informações sobre pesquisas já existentes, incentivar novas investigações e ampliar a participação de pós-graduandos e graduandos. Primeiramente, o foco será a Poli e, posteriormente, outras instituições nacionais e internacionais.

No contexto dos cursos de graduação de engenharia, os professores desejam uma progressiva inserção curricular da área de saúde planetária. Além de estimular os alunos a se envolver no ensino e na iniciação científica, há a perspectiva de criar um grupo de extensão que envolva tanto a difusão de conhecimentos como a construção de soluções relacionadas à saúde do planeta.

A comunicação também é um tópico de destaque para o grupo. Podcasts, vídeos, textos informativos, postagens em redes sociais e seminários serão elaborados pelos participantes e por profissionais da área de divulgação científica e jornalismo envolvidos com a Poli e com o IEA. De acordo com Saraiva, o engajamento e a conscientização da comunidade são fundamentais para a ampliação do debate.

 

O início do movimento

“Penso, logo, existo. Existo, logo, impacto.” Esse é o pensamento que motiva o surgimento da pesquisa em saúde planetária, conforme destaca o coordenador do grupo, destacando esse tema como um “movimento global altamente multidisciplinar”.

O especialista define o problema sobre o qual essa área científica se dedica. “O impacto do ser humano no planeta acabou causando a disrupção de vários sistemas naturais. Como fruto dessa disrupção, a gente acaba sofrendo as consequências na nossa saúde e no bem-estar em um sentido muito amplo. Então, é isso que a saúde planetária traz. Saúde planetária é a saúde nossa e do planeta como uma coisa só”, explica Saraiva. 

Em 2015, a Rockefeller Foundation e a revista científica The Lancet publicaram um relatório explorando o “paradoxo” do progresso da civilização humana — Safeguarding human health in the Anthropocene epoch: report of The Rockefeller Foundation–Lancet Commission on planetary health. Saraiva explica que esse paradoxo consiste na existência de ganhos irrefutáveis dos avanços tecnológicos na educação, saúde e economia; mas que promoveram alterações ambientais como a intensificação da poluição, mudanças climáticas e perda de biodiversidade. 

Ele também ressalta que essa interferência na biosfera inclui o surgimento de doenças infecciosas humanas derivadas do contato com animais, como na pandemia de covid-19; e a expansão da insegurança alimentar e da migração forçada de populações. Para salvaguardar um futuro melhor, o mundo exigirá uma colaboração entre mercado, instituições públicas e sociedades científicas e civis.

Todo esse cenário incentivou a criação do The Planetary Health Alliance, uma aliança entre universidades pelo mundo para o engajamento nessa transição ecológica. Desde 2016, a USP participa dessa cooperação, o que contribuiu para a criação do grupo brasileiro de saúde planetária no IEA em 2019. O engajamento das diversas áreas da engenharia pretende otimizar essa transformação do mundo de forma mais integrada com o planeta. 

Para mais informações sobre as atividades do Grupo de Saúde Planetária do IEA, acesse este link. É possível acompanhar novos eventos e ações na engenharia pelo site da Poli em https://www.poli.usp.br.

A agenda da 13ª Semana do Meio Ambiente da Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto (AEAARP) é concluída nesta quarta (1º/6), com o painel “Gestão de resíduos” - com foco nos gerados pela construção civil -, apresentado a partir das 19h pelos seguintes especialistas: engenheira ambiental Marafão, engenheira ambiental e de Segurança do Trabalho Marília Cervelle Rubio Vendrúsculo, engenheiro agrônomo Matheus Marchezi Mora, engenheira ambiental atuante em construção civil Mirela Máximo e engenheiro civil Gilberto Guido Paterlini.

O tema é de grande interesse local, já que a construção civil é uma das forças motrizes da economia ribeirão-pretana. Para Gabriela Marafão, a importância de se debater a gestão dos resíduos da atividade está atrelada aos desafios de dar destinação correta a eles. Entre os principais está o de encontrar fornecedores que possuam toda a documentação necessária para tratar esses resíduos, que devem ser armazenados, transportados, reutilizados e destinados em conformidade com normas técnicas rígidas.

“Atualmente, temos um problema de desperdício de materiais na construção civil, e o elevado número de resíduos gerados nas obras está muitas vezes atrelado a falta de planejamento e estratégia para o gerenciamento e a diminuição destes entulhos, visto que existem resíduos que podem ser facilmente recicláveis, desde que estejam separados”, adianta a engenheira ambiental.

A inscrição para a Semana segue gratuita no site www.aeaarp.org.br e o evento ocorre na sede da Associação (entrada pela Rua Clemente Ferreira, na altura do número 311).

Sobre o evento

Realizada sempre dentro da Semana Mundial do Meio Ambiente – 31 de maio a 5 de junho -, a Semana do Meio Ambiente da AEAARP é um fórum de discussões e troca de informações sobre assuntos nevrálgicos relativos ao meio ambiente. Em sua 13ª edição reuniu 12 especialistas em quatro painéis de discussão sobre temas ambientais de interesse local e global, realizados na sede da entidade, entre os dias 30 de maio e 1º de junho

Entidade arrecada descartes de eletrônicos, embalagens de itens de higiene e de limpeza para venda à indústria de reciclagem; recurso arrecadado será destinado à compra de itens de higiene para doação à entidade filantrópica

A Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto (AEAARP) realiza, de 1º de junho a 1º de julho, a campanha de arrecadação de materiais recicláveis decorrentes de produtos eletrônicos (computador, impressoras, celular, notebook, acessórios, videogame), embalagens de itens higiene (desodorantes, xampus, hidratantes) e de limpeza (amaciante, água sanitária, sabão). Interessados em contribuir devem fazer a doação na sede da AEAARP, onde os itens serão acondicionados em bags (sacolas) devidamente identificadas, durante o horário de funcionamento da entidade – de segunda a sexta, das 8h às 17h.
O resultado financeiro da ação será revertido à Casa do Vovô, para a compra de itens de higiene.
Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) de caráter filantrópico, a Casa do Vovô acolhe idosos com idades a partir de 60 anos, de ambos os sexos, residentes em Ribeirão Preto, que não têm condições de permanecer com suas famílias, que tenham vivenciado situações de violência e/ou negligência, que estejam em situação de rua e/ou abandono e com vínculos familiares fragilizados ou rompidos. Administrada pela Sociedade Espírita Cinco de Setembro, a entidade recebe verbas públicas, mas a maior parte de sua receita ainda depende de doações.
Na última semana, a Casa do Vovô estava precisando dos seguintes itens para uso de seus atendidos: papel higiênico, xampu, desodorante spray, enxaguante bucal, talco, creme de barbear, hidratante (sugestão: marca Nívea embalagem azul) e fraldas geriátricas tamanho EG.
A AEAARP tem entrada pela rua Clemente Ferreira, altura do número 311, bairro Jardim São Luiz, em Ribeirão Preto. Mais informações e canais de contato no site www.aeaarp.org.br.

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