
A Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto (AEAARP) prepara o lançamento da agenda 2021, visando aprimorar conhecimentos e estreitar relacionamentos profissionais
O que faz uma associação de classe que reúne pessoas dos mais importantes setores
da economia do Brasil e que se mantém ativa há mais de 70 anos? “Nós buscamos sempre por aquilo que é a marca das engenharias, da arquitetura e da agronomia: a inovação”, afirma o engenheiro Giulio Prado, presidente da Associação de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto (AEAARP).
A entidade prepara o lançamento da agenda de eventos de 2021 e de iniciativas que têm por objetivo valorizar o ambiente associativista, a fim de aprimorar conhecimentos e estreitar relacionamentos profissionais. Para liderar essa jornada, Prado acaba de ser reeleito para mais um mandato à frente da entidade, tendo o engenheiro Fernando Junqueira como vice. “A diretoria é representativa das profissões que integram a associação e das várias gerações que a compõem”, ressalta o presidente.
A AEAARP promove semanas técnicas (tecnologia da construção, arquitetura, agronomia e engenharia) e cursos, além de manter convênios com instituições de ensino superior. Ela também produz uma revista técnica de circulação mensal (a Painel) e um podcast sobre temas do setor (o PainelCast), e tem um espaço de classificados onde os associados podem oferecer seus serviços.

Segundo dados do Caged, foram criados 111.987 novos postos de trabalho, contra os 42.092 gerados em igual período do ano passado
Dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Ministério da Economia, mostram que a criação de empregos na construção civil foi 264% maior no primeiro trimestre de 2021 em comparação com igual período do ano passado.
No mês passado, foram gerados 25.020 novos empregos com carteira assinada, ante a perda de 18.124 postos em março de 2020. Em fevereiro deste ano, foram criadas 43.469 vagas, contra as 25.622 registradas em igual intervalo do ano passado. Em janeiro, ocorreram 43.498 admissões, volume superior aos 34.594 postos criados em igual mês de 2020. No acumulado, foram 111.987 novos empregos no setor no primeiro trimestre de 2021, contra as 42.092 contratações apontadas no intervalo anterior.
A Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) considera positivo o saldo de empregos na construção civil neste trimestre. "Temos milhares de postos de trabalho sendo criados continuamente na área, mês a mês, o que demonstra que a geração de empregos na construção civil contribuiu para o enfrentamento do desemprego e para o crescimento do Brasil", avalia o presidente da entidade, Luiz França.
Com informações da Assessoria FSB Comunicação.

A prefeitura municipal, através da Secretaria de Planejamento, postou convite convocando população e profissionais para Audiência Pública de forma Virtual para debater a “Revisão da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo”, que acontecerá no dia 10 de maio (segunda-feira) às 16h.
Acesso ao texto completo e anexos:
https://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/portal/planejamento/regulamentacao-das-leis-complementares
Acesso à audiência (com uso da palavra)
https://http//coderp.webex.com/meet/planejamento
Acesso à audiência (com uso da palavra)
https://www.facebook.com/PrefeituraRP
email para envio de propostas ou dúvidas
leiscomplementares@planejamento.pmrp.com.br

O presidente Giulio Prado votou nesta tarde (30) na eleição dos representantes do Conselho Municipal de Habitação.
A associação tem dois candidatos para a vaga de representante da sociedade civil.
Seguimento Entidade Profissional.
Candidatos: Mirella Idino e Bruno Protas
Local de votação: Secretaria de Planejamento.
End: Rua Jacira, 50. Antiga sede da Receita Federal, na Francisco Junqueira.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu ontem, quarta-feira, 28, que o Código Florestal deve ser usado para definir a extensão da área de margens de rios e córregos que não podem ter construções nas áreas urbanas, se sobrepondo à Lei de Parcelamento do Solo Urbano. Foi uma frustração para loteadores e incorporadores, mas pelo menos o STJ definiu a regra do jogo. O problema mesmo é que ficou a dúvida se os efeitos da decisão poderão retroagir e alcançar projetos já aprovados e empreendimentos já concluídos. “A decisão dá margem à interpretação de que mesmo obras licenciadas e regularmente autorizadas de acordo com os parâmetros da lei de parcelamento do solo possam vir a ser objeto de ações judiciais embasadas na decisão do STJ”, diz a advogada Rebeca Stefanini, da área de direito ambiental do escritório Cescon Barrieu. Enquanto a lei do parcelamento do solo estabelece um limite de 15 metros, o Código Florestal determina que as faixas marginais no entorno de qualquer curso d’água natural são consideradas áreas de preservação permanente e por isso a área preservada deve atingir de 30 a 500 metros.

O governo estadual lançou nesta quinta-feira, 15 de abril, o edital de concorrência internacional para leilão da concessão do Aeroporto Estadual Doutor Leite Lopes, em Ribeirão Preto, e mais 21 aeródromos regionais, atualmente administrados pelo Estado São Paulo, com previsão de mais de R$ 447 milhões de investimento por parte da iniciativa privada.
O leilão será em 15 de julho deste ano, na sede da Bolsa de Valores (B3), e a expectativa é que o Leite Lopes receba investimento de aproximadamente R$ 119 milhões para extensão da pista, melhoria no sistema de embarque e desembarque e ampliação do terminal de passageiros.
Os aeroportos estão divididos em dois blocos – Noroeste e Sudeste – e a concessão terá prazo de 30 anos. A documentação completa da concessão está disponível no site da Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) e o edital foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira.
“A aviação regional é grande indutora de desenvolvimento econômico. Com os investimentos da iniciativa privada, com aeroportos oferecendo melhores serviços, induzimos novos negócios em logística com centros de distribuição, rede hoteleira e outros ativos imobiliários que se incorporam à economia da região”, afirma o vice-governador e presidente do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas (PPPs), Rodrigo Garcia (DEM).
O prefeito Duarte Nogueira (PSDB) acompanhou o anúncio por meio de videoconferência. O Aeroporto Leite Lopes, inaugurado em 1939 e que opera voos da aviação geral (executiva) e regulares de empresas aéreas como Latam, Passaredo e Azul, é o principal do Bloco Sudeste, que conta com outros dez aeródromos.
Podem participar da licitação empresas nacionais ou estrangeiras, consórcios, instituições financeiras e fundos de investimentos. Além de apresentar a maior proposta de outorga fixa, o vencedor terá de comprovar qualificação técnica em gestão aeroportuária, seja da própria empresa ou consórcio, ou de pessoas de sua equipe ou mesmo por meio de subcontratação qualificada.
O concessionário vencedor deve fazer investimentos obrigatórios nos aeroportos já na primeira fase da concessão, nos primeiros quatro anos. Os demais investimentos na modernização e ampliação da infraestrutura estão previstos ao longo do período contratual. A outorga mínima prevista para o Bloco Noroeste é de R$ 6,8 milhões e para o Bloco Sudeste é de R$ 13,2 milhões.
O governo diz que além do fomento ao desenvolvimento da aviação regional, uma das grandes vantagens da concessão dos aeroportos à iniciativa privada é a desoneração do Estado aliada à realização de investimentos nos ativos aeroportuários, melhorando a qualidade dos serviços disponíveis à população paulista, assim como incentivando o desenvolvimento da economia ligada ao setor.
Os 22 aeroportos – seis deles já contam com serviços de aviação comercial regular e 13 com potencial de se desenvolver como novas rotas regulares durante a concessão – estão divididos em dois lotes, submetidos ao processo de licitação internacional. Juntos, os dois grupos movimentam atualmente 2,4 milhões de passageiros por ano, considerando embarques e desembarques.
Estimativas técnicas apontam crescimento de 230% dessa movimentação, considerando a realização de investimentos e o fomento à aviação regional, com mais de oito milhões de passageiros por ano ao longo dos 30 anos de contrato de concessão.
A concessão à gestão da iniciativa privada prevê a prestação dos serviços públicos de operação, manutenção, exploração e ampliação da infraestrutura aeroportuária estadual, que está atualmente sob gestão e operação do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp). A Artesp passa a ser agência reguladora do contrato de concessão.
Antes da pandemia, em 2019, o Aeroporto Estadual Doutor Leite Lopes registrou alta no fluxo de passageiros em comparação com 2018, fechando no primeiro lugar do ranking do Daesp. Passaram pelo terminal ribeirão-pretano 923.617 viajantes, até 31 de dezembro de 2019.
Para a formatação da modelagem do projeto, o governo do Estado também levou em consideração as 252 contribuições recebidas de autoridades públicas, empresas e investidores, representantes da sociedade civil e associações de classe durante o período de consulta pública, aberta entre 20 de abril a 26 de maio de 2020.
Com caráter de concorrência internacional e prazo de operação de 30 anos, o contrato prevê modelo de remuneração tarifária e não tarifária, por meio da exploração de receitas acessórias, como aluguéis de hangares ou atividades comerciais, no terminal, restaurantes e estacionamento, ou pela realização de investimentos para exploração de imobiliária, com grande potencial para o desenvolvimento de novas atividades e negócios em torno dos aeroportos.
“Este é um dia histórico para todos os ribeirão-pretanos. A expectativa é enorme, já que o Leite Lopes é o maior aeroporto do Bloco Sudeste e o maior aeroporto regional do Brasil. Do ponto de vista de sua capacidade de transporte de passageiros, cargas, operação futura de aviação executiva, voos comerciais e toda infraestrutura aeroportuária, com estes investimentos ganhará uma infraestrutura que merece”, diz Nogueira.

Novidade é mais uma entrega da transformação do Conselho
Em mais um passo do seu processo de transformação digital, o Crea-SP disponibilizou ontem, 15/04, a versão beta da Carteira Profissional Digital. A entrega torna mais seguro e prático o documento do profissional registrado.
A nova versão tem a mesma autenticidade e substitui a carteira física, além de poder ser utilizada como documento de identificação, dependendo das regras do órgão em que for apresentada.
Nas últimas semanas, a Carteira Profissional Digital foi liberada, em fase de testes, para 1% dos profissionais registrados. O documento segue em versão beta, agora para todos os registrados. A ideia é contar sempre com a colaboração dos usuários para que continue em aperfeiçoamento.
“Nosso objetivo é sempre trazer o profissional para o centro de nossas ações. Com a nova Carteira Digital não é diferente. O feedback de todos é fundamental para que a experiência do usuário e os serviços oferecidos sejam cada vez melhores”, diz o presidente do Conselho, Engenheiro Vinicius Marchese.
O download da Carteira Digital está disponível pelo aplicativo do Crea-SP.
Veja como é simples emitir sua Carteira Digital. Dúvidas devem ser enviadas para carteiradigital@creasp.org.br .
A Carteira Profissional Digital não estará disponível para os profissionais que não tenham, desde que solicitaram o registro junto ao Conselho, se apresentado em alguma de nossas unidades para colher foto e assinatura para a carteira impressa. Nesses casos, acesse https://www.creasp.org.br/quero-me-registrar/procedimentos-de-cadastro/recadastramento/ e entenda como seguir com essa atualização.
Produção: CDI Comunicação Corporativa
Edição: Equipe de Comunicação Corporativa e Estratégica / GDEP

Recente decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo estabeleceu que a elaboração de laudos de avaliação de imóveis, tanto de venda como de locação, é atribuição de engenheiros e arquitteos registrados no Crea-SP e CAU SP, respectivamente.⠀
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A determinação judicial, que também inclui arquitetos, é mais uma conquista para os profissionais habilitados e a sociedade, garantindo segurança nos processos de avaliação.⠀
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Saiba mais em nosso site no site do @creasp (fonte)⠀

O aeroporto Leite Lopes passa por processo de concessão à iniciativa privada. A revista Painel pautou questões referentes a ele em diferentes oportunidades, contribuindo para o debate técnico acerca de sua localização e internacionalização.
Veja:
Agosto de 2007: Passaporte para o futuro
Novembro de 2015: Não basta ser internacional

Caro associado,
Na edição de janeiro da revista Painel cometemos um equívoco: as legendas das fotos dos arquitetos Cássio Pinheiro Gonçalves e Ijair Cunha fora trocadas. O erro involuntário foi corrigido na versão digital da revista, que você pode ler aqui (https://aeaarp.org.br/upload/revista/20210409150608painel-310-site2.pdf).
Aproveito para te convidar a acompanhar a série Modernismos. A reportagem de capa dessa edição de janeiro inaugurou uma série de publicações sobre a arquitetura moderna em Ribeirão Preto, linguagem na qual Ijair e Cássio foram pioneiros por aqui.
Todas as edições da Painel chegam às casas dos associados. Caso você esteja com algum problema para recebe-las, nos avise e regularizaremos. As revistas ficam também disponíveis no site www.aeaarp.org.br.
Aproveite para ouvir o PainelCast, o podcast da AEAARP. Os episódios estão na galeria de vídeos do site.
Forte abraço,
Adriana Bighetti, diretora de comunicação