A AEAARP Jovem prepara uma live para o dia 25 de agosto às 19h30: Mudança Planilha PFUI CAIXA - Como Ganhar $$ com Obras Financiadas, com o palestrante: engenheiro civil Eduardo Augusto. 

Os entrevistadores serão: Mirella Idino (arquiteta), Bruno Prota (engenheiro Agrônomo) e Kamilla Mayer (engenheira civil). A transmissão será via face e youtube da @aeaarp

Eduardo Augusto é engenheiro civil, construtor, investidor no ramo imobiliário e referência no brasil em financiamento de obras.

"Existe um mercado de construções onde o seu cliente não precisa ter todo dinheiro para construir e nessa Live vamos mostrar como você pode aproveitar essa oportunidade para captar cliente e ganhar dinheiro", disse Eduardo.

A prefeitura Municipal de Ribeirão Preto comunicou que a partir de 16.08.2021 estarão disponíveis no seu  portal de atendimento, os seguintes serviços totalmente eletrônicos.

É só fazer seu cadastro e login e acessar diretamente de sua residência  ou empresa os seguintes formulários:

Aglutinação de Imóveis 

Aprovação de loteamentos

Certidão de Uso do Solo

Certidão de Viabilidade

Desdobro de Área 

Diretriz de Uso do Solo

EIV - Estudo de Impacto de Vizinhança 

O portal de atendimento é a ferramenta ideal para aproximar o Governo da sociedade, sendo uma central de serviços totalmente digital disponível em qualquer lugar, a qualquer hora do dia ou da noite.

O principal objetivo é levar para o ambiente digital os serviços já estabelecidos no atendimento presencial, dando mais autonomia para o cidadão e trazendo mais celeridade ao processo.

Fonte: Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano.

A AEAARP Jovem promoverá Live sobre empreendedorismo, “Como vender seu negócio” com a estrategista digital, Stephanie Gonçalves. O evento acontecerá no próximo dia 11 de agosto às 19h30 pelo Instagram da associação. (@aeaarp)

Graduada em Ciências Contábeis, Stephanie abandonou os escritórios de contabilidade para estudar Marketing. Em 2019 fundou a agência SW Negócios Online, especializada em desenvolvimento de estratégias de comunicação digital, dedica-se a ajudar empresas e profissionais a desenvolver habilidades para o marketing digital, ampliando suas oportunidades de crescimento de carreira e negócios.

Participarão da live a engenheira civil e diretora social da AEEARP, Fabíola Narciso, o engenheiro agrônomo e diretor AEAARP Jovem, Bruno P G Oliveira, e a arquiteta e urbanista Mirela Idino.

AEAARP entrega mantimentos adquiridos com parte da verba arrecadada do Arraiá solidário

No dia 30 de Julho de 2021, a diretora Social, Fabíola Narciso, esteve na Creche Alvorada para entregar alimentos adquiridos com parte da verba arrecadada do Arraiá Solidário. 

O Arraiá da AEAARP, que aconteceu no dia 16 de julho por sistema drive-thu, foi um grande sucesso. “O grande êxito foi o de confraternizar com os associados por meio da solidariedade”, fala a engenheira Fabíola Narciso, diretora social da Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto (AEAARP). Parte do valor obtido com a venda dos kits, compostos por comidas e bebidas típicas, foi convertido para a Creche Alvorada.

Sobre a Creche Alvorada
A Creche Alvorada é uma entidade com mais de 10 anos de trabalhos sociais que proporciona uma vida melhor a 130 crianças e adolescentes, por meio de ações socioeducativas, culturais, esportivas, de lazer, dentre outras, o projeto visa desenvolver os potenciais de crianças e adolescentes, com idades de 6 a 17 anos, em situação de vulnerabilidade social.

Serão investidos R$ 34 milhões nos quatro primeiros anos de contrato

As adequações do Aeroporto Leite Lopes, contempladas no edital de concessão dos aeroportos operados pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), receberão investimentos de R$ 119,27 milhões ao longo de 30 anos. O anúncio foi feito durante reunião entre os diretores da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e o prefeito Duarte Nogueira (PSDB).

Entre os 11 aeroportos que estão inseridos no bloco sudeste, o de Ribeirão Preto será contemplado com R$ 34,38 milhões nos primeiros quatro anos e R$ 84,89 milhões entre o quinto e trigésimo anos. “Foram realizados estudos ambientais em cada um dos aeroportos, assim como o detalhamento jurídico para o processo licitatório, já que a Artesp será responsável pela condução também dos contratos”, explicou o diretor geral da Artesp, Milton Roberto Persoli. 

De acordo com o diretor, o edital estará disponível em 90 dias e a empresa deverá apresentar experiência em gestão de ativo de infraestrutura de valor compatível e experiência prévia em gestão aeroportuária, de ao menos um ano. “Serão realizadas revisões a cada cinco anos e revisões extraordinárias nos casos urgentes em assuntos de interesse público ou que requeiram segurança”, completou.

Estiveram também presentes à reunião Jorge Farah Elias, diretor de Controle Econômico e Financeiro, e Sebastião Ricardo Carvalho Martins, diretor de Planejamento e Logística.

Concessão e privatização 

A concessão faz parte de um projeto de desestatização dos aeroportos no Estado de São Paulo. Divididos em dois blocos, Noroeste e Sudeste, os investimentos nos aeroportos somam R$ 447 milhões. O bloco Sudeste, do qual Ribeirão Preto faz parte junto a outros dez aeroportos, receberá investimentos de R$ 266,6 milhões ao longo do contrato de concessão. Os valores serão distribuídos para ampliação de capacidade, melhoria da operação e adequação à regulação. Estão previstos, para os primeiros quatro anos de operação, investimentos de R$ 75,5 milhões.

O anúncio oficial será feito na B3, antiga Bolsa de Valores de São Paulo (Bovesp), no dia 15 de julho. Poderão participar do leilão empresas brasileiras e estrangeiras. A cerimônia deve contar com o prefeito Duarte Nogueira e o governador João Doria (PSDB), que baterão simbolicamente o martelo fechando o negócio.

A proposta de concessão prevê investimentos privados em obras e operação pela iniciativa privada ao longo de 30 anos de concessão, com prestação dos serviços públicos de operação, manutenção, exploração e ampliação da infraestrutura aeroportuária estadual. Atualmente esses aeroportos são operados e administrados pelo Daesp. O processo licitatório está sendo conduzido pela Secretaria de Governo, por meio da Artesp.

Além da utilização da pista para pousos e decolagem, a empresa concessionária também poderá dar outros usos para o espaço do Leite Lopes, desde que respeite o Plano Diretor do município.

Foto e Texto Revide

Promulgada há quase 20 anos, lei definiu instrumentos para um planejamento urbano com propósito social
 

VÁRIOS AUTORES (nomes ao final do texto)

No dia 10 de julho de 2001, há quase 20 anos, o Diário Oficial da União publicava a lei federal 10.257, denominada Estatuto da Cidade, promulgando o que viria a se tornar hoje uma das legislações urbanas mais importantes do mundo, espinha dorsal da política urbana brasileira.

O trâmite e a aprovação pelo Congresso Nacional constituíram o ápice de anos de luta por cidades mais justas. A lei regulamenta, detalha e sustenta o capítulo urbano da Constituição de 1988, marco da garantia do direito à cidade em nosso país.

É importante compreender o real impacto dessa lei para as cidades no mundo, já que diversos países estabeleceram marcos e instrumentos inspirados nos seus preceitos.

O principal avanço consiste em definir instrumentos específicos para um planejamento urbano com propósito social, calcado na gestão democrática da cidade: outorga onerosa do direito de construir, IPTU progressivo, zonas especiais de interesse social e usucapião coletivo, entre outros.

Esses instrumentos viabilizam, na prática, o reconhecimento da função social da terra, da propriedade e da cidade. Em 2016, 15 anos após a sua aprovação, algumas dessas inovações foram finalmente incorporadas à agenda internacional por meio da Nova Agenda Urbana (NAU), documento-chave da Conferência Habitat III, que representa uma nova forma de planejar e gerir as cidades.

A legislação brasileira é vanguarda e fonte de inspiração até hoje e seria ainda mais se tivesse sido implementada na sua integralidade, de maneira mais robusta no conjunto de municípios do país.

Nesses 20 anos, pudemos observar o avanço paulatino do reconhecimento dos direitos da população residente em favelas e assentamentos informais, primordialmente a segurança contra remoções forçadas, que ainda persistem de forma significativa em outras regiões do sul global, onde a ocupação informal é sinônimo de ilegalidade.

Mas fomos além disso, pois uma diversidade de programas de urbanização de favelas resultou no aumento significativo da provisão de serviços públicos para mais de 2 milhões de domicílios, com projetos de requalificação e integração urbanas, ações que não seriam possíveis sem a base jurídica e legal do Estatuto da Cidade. No entanto, a realidade urbana brasileira nos demanda ir muito além disso.

Apesar de grandes avanços, como a outorga onerosa e a emissão de certificados de potencial adicional de construção (Cepac), uma questão que precisa ser mais explorada é a efetiva captura e redistribuição da mais valia urbana de maneira mais incisiva para viabilizar programas permanentes de combate à pobreza e à desigualdade, ainda predominantes em nossas cidades.

É também fundamental integrar melhor outras políticas setoriais na política urbana. Por exemplo, planos de mobilidade, de gestão integrada de resíduos sólidos, de habitação, de saneamento ambiental –que deveriam ser complementares e geralmente não são. O que revela que a efetivação e integração de direitos socioterritoriais demandam uma gestão urbana estruturada, mais além do plano diretor.

A emergência climática e outros marcadores de desigualdades sociais que se interseccionam com a dimensão territorial - por exemplo, o tema da equidade de gênero- demandam que o estatuto seja aplicado com real participação popular, em consonância com outros instrumentos de efetivação de direitos.

 

Para destacar sua atual importância, mas sobretudo para discutir o seu futuro, a Agência de Cooperação Alemã – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), o Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento São Paulo (IAB-SP), o Cities Alliance, a Universidade Nove de Julho (Uninove) e outras instituições organizam um evento-manifesto nestas quarta (7) e quinta (8), com seminário, carta aberta e uma plataforma digital com experiências de aplicação da legislação.


ANA CLÁUDIA ROSSBACH é gerente regional para América Latina e Caribe do Cities Alliance.

DANIEL MONTANDON é diretor de arquitetura e urbanismo na Uninove.

FERNANDO TÚLIO SALVA ROCHA FRANCO é presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil - departamento São Paulo.

RAYNE FERRETTI é oficial nacional para o Brasil da ONU-Habitat.

THOMAZ RAMALHO é assessor técnico da Cooperação Técnica Alemã (GIZ) no Projeto ANDUS.

Fonte Folha de São Paulo

Sustentabilidade, o que é isso? 
Você certamente já ouviu falar em sustentabilidade. Esta palavra está presente em anúncios e reportagens que vemos na TV, nas revistas, nos jornais... Mas o que significa?

Baixe: Cartilha Construcoes Sustentaveis

A AEAARP prepara uma grande festa, o Arraiá Solidário, para o dia 16 de julho, por drive thru, respeitando os protocolos sanitários, parte da arrecadação será revertida para a Creche Alvorada.

A Associação disponibilizará para venda três kits deliciosos com comidas e bebidas típicas. A compra dos kits poderá ser feita por cartão em até 2x e/ou por PIX.  (veja a descrição de cada kit abaixo na matéria). 

Interessados podem entrar em contato pelo telefone 16 2102 1700 ou pelo email eventos@aeaarp.org.br ; A retirada dos kits será no dia 16 (sexta) das 14h às 20h. 

Tradicionalmente, a Associação promove estes festejos no mês de julho. “O mês de junho tem sempre muitas oportunidades, quermesses, mesmo nestes tempos de isolamento. Então, fazemos a nossa festa em julho, quando nossos associados estão com as agendas mais liberadas e não concorremos com as festas de outras organizações das quais participam”, explica Giulio Prado, presidente da entidade.

Sobre a Creche Alvorada
A Creche Alvorada é uma entidade com mais de 10 anos de trabalhos sociais que proporciona uma vida melhor a 130 crianças e adolescentes, por meio de ações socioeducativas, culturais, esportivas, de lazer, dentre outras, o projeto visa desenvolver os potenciais de crianças e adolescentes, com idades de 6 a 17 anos, em situação de vulnerabilidade social.

       KITS
Opção 1 – R$ 95,00

Opção 2 – R$ 85,00

As opções serão montadas em caixotes e todos os alimentos embalados separadamente com embalagens com tampa. Os líquidos em garrafas fechadas com lacre

Através da Diretoria Social representada pela diretora Fabíola Narciso, todo material arrecadado da Campanha do Agasalho 2021 foi distribuído para a ONG Resolvi Mudar que atende pessoas em situação de vulnerabilidade. 

"Cumprimento nossa diretoria social e através dela parabenizo todos associados que participaram da nossa campanha, pois, é bem verdade que nós mostramos além de solidariedade, muito poder de mobilização para ajudar as pessoas mais necessitadas", disse Fernando Junqueira, vice-presidente. 

Sobre a Resolvi Mudar
A entidade atua no resgate da dignidade de pessoas em situação de vulnerabilidade social, confeccionando e distribuindo mais de 1500 refeições mensais em um local apropriado, com oferta de banho e corte de cabelos e entrega de roupas.

A Resolvi Mudar também dá apoio socioeducativo a crianças, jovens e adultos da Comunidade Vida Nova e da Comunidade da Coca-Cola através de iniciativas que vão desde projetos lúdico pedagógicos sobre os temas do meio-ambiente, da saúde, da diversidade, do civismo e da cultua, até a construção de casas em trabalhos coletivos de cooperação mútua entre a ONG e a Comunidade.

Esse exemplar é mais um da coletânea “A saúde dos edifícios”, criado pela Câmara Técnica do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (IBAPE/SP), que ressalta a importância da inspeção e manutenção dos componentes de mecanização nas edificações, aumentando o conhecimento de importantes pontos de atuação profissional dos arquitetos e urbanistas.

Confira o pdf clicando aqui.

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