
O concurso Aeronáutica Engenheiro 2023 está com edital publicado! Estão sendo ofertadas 30 vagas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Engenheiros da Aeronáutica — EAOEAR.
As inscrições começam no dia 21 e fevereiro e vão até 13 de março. A taxa de inscrição é de R$ 130,00 e as provas estão marcadas para 12 de junho de 2022. Já o ingresso no EAOEAR ocorrerá em 2023.
Veja abaixo o índice com informações sobre o Concurso Aeronáutica Engenheiro:

Vagas para Administração, Comunicação, Engenharia e Informática. Confira aqui o Edital.

Já parou para pensar sobre as atividades mais rotineiras do seu dia a dia? Chamar um carro por um aplicativo do seu celular, que conta com geolocalização e monitoramento de tempo e distância. Organizar a agenda da semana com a ajuda de uma assistente virtual. Verificar o trajeto e o fluxo do trânsito antes de sair de casa para o trabalho. Estes são apenas alguns exemplos.
A complexidade operacional para que essas funções aconteçam é praticamente invisível aos olhos, mas revelam como profissões da área da Engenharia, Agronomia e Geociências são indispensáveis para todos.
Para demonstrar a importância desses profissionais, o Crea-SP reuniu uma série de documentários que percorrem diferentes aspectos da área tecnológica. Confira a lista abaixo e reserve um tempo para assistir aos filmes.
Print the Legend
Estimular a próxima revolução industrial e colocar o poder de fabricar coisas nas mãos das pessoas era um dos objetivos de Bre Pettis, um dos fundadores da MakerBot, startup que produzia impressoras 3D. “Print the Legend”, documentário da Netflix, apresenta os bastidores do processo de desenvolvimento da empresa e a busca por tornar a tecnologia acessível à sociedade. A inovação é a tônica destes empreendedores que compartilham as suas experiências e a superação de desafios para se tornarem gigantes da indústria tecnológica.
Inteligência Artificial – IBM
Documentário da Discovery, disponível na íntegra no YouTube, traz um panorama sobre o impacto da Inteligência Artificial (IA) atualmente e no futuro. Máquinas inteligentes estão no cotidiano de todos, mesmo que não percebam. Além do potencial de resolver problemas complexos da humanidade, essas tecnologias permeiam o imaginário popular e são constantemente retratadas em produtos culturais, como filmes, jogos e séries. Especialistas e pioneiros da robótica compartilham seus conhecimentos em entrevistas que buscam revelar o que há por trás da Inteligência Artificial.
Mundo inovação – Engenharia Verde
Um dos trechos mais complexos da rodovia Régis Bittencourt, em São Paulo, a Serra do Cafezal, era conhecida como “rodovia da morte”. Transformar esse trecho por meio de um projeto de duplicação para aumentar a segurança viária com o mínimo de impacto ambiental possível. Este foi o desafio atribuído a especialistas que planejaram e desenvolveram a iniciativa. O processo foi acompanhado em documentário produzido pela Discovery Brasil, disponível no YouTube.
Solo Fértil
O papel da agricultura regenerativa no combate às mudanças climáticas e na preservação do planeta é o centro do debate do documentário Solo Fértil, disponível na Netflix. Ao destacar pesquisas e entrevistas sobre o tema, o filme mostra como a relação com a terra pode contribuir com maneiras mais sustentáveis de produzir os alimentos.
Dream Big: Construindo o mundo
Da grande Muralha da China e dos edifícios mais altos do mundo, passando por robôs submarinos, carros solares e cidades inteligentes, há pessoas inovadoras que transformaram sonhos em realidade. Os engenheiros que realizam o impossível são os protagonistas do documentário Dream Big: Construindo o mundo, do iMAX, que celebra a criatividade humana por trás das maravilhas da engenharia.
Produzido pela CDI Comunicação
Editado pela Superintendência de Comunicação do Crea-SP
Crédito da foto: Print the Legend – Netflix

Fonte acomarca
O conceito de cidades inteligentes está em expansão em todo o mundo e consiste em transformar os espaços urbanos em lugares com mais qualidade de vida para o cidadão. Nesse processo, a tecnologia é uma aliada para a concretização de cidades mais humanas e eficientes. Até 2024, a perspectiva é de US$ 203 bilhões de investimento em projetos da área no mundo todo. No Brasil, das 100 cidades mais inteligentes, 37 estão localizadas em São Paulo, conforme o Ranking Connected Smart Cities.
Para mapear a realidade dos municípios do Estado e estimular o desenvolvimento de novos projetos, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) tem realizado, desde 2021, os Colégios Regionais de Inspetores. São eventos que contam com participação de especialistas em cidades inteligentes que ministram palestras e workshops com o objetivo de capacitar os profissionais da área tecnológica. Além da disseminação de conteúdo, os participantes também identificam e priorizam os desafios e os potenciais de cada região para propor projetos ligados ao tema. O diagnóstico final será compartilhado com os governos estadual e municipais.
O presidente do Crea-SP, Eng. Vinicius Marchese, destaca a importância de estar na dianteira desse processo: “O estado de São Paulo já é referência em tecnologia e inovação. Precisamos estar à frente do movimento de cidades inteligentes. E, nesse contexto, o papel do Crea-SP é contribuir para que o poder público tenha mais condições de mapear os municípios e construir projetos que impactem positivamente a sociedade”, explica.
Sobre a colaboração do Crea-SP para impulsionar a inovação no Estado, com base na experiência do seu processo de transformação, Marchese compartilha suas percepções:
- Como a experiência do Crea-SP auxilia no desenvolvimento de projetos para cidades mais inteligentes?
O Conselho tem passado por um intenso processo de transformação, que gera valor ao profissional ao trazê-lo, cada vez mais, para o centro das decisões. Entendemos que a participação das pessoas que vivenciam o dia a dia das cidades é fundamental para que novas soluções sejam criadas. Essa experiência demonstra que o envolvimento de todos é necessário para concretizar mudanças estruturais.
- Nesse processo de transformação do Conselho, quais foram as entregas realizadas e o que mudou efetivamente?
Para todos os projetos que envolvem a transformação do Crea-SP, com base no conceito de cliente no centro do processo, envolvemos os profissionais, os colaboradores e instituições de ensino para nos ajudar a desenvolver projetos que realmente transformem o serviço prestado pelo Conselho. Ampliamos e modernizamos nossos canais de atendimento, estamos digitalizando 100% dos processos internos, lançamos um novo site e um portal de serviços que reúne as principais funcionalidades do Conselho, e criamos o Crea-SP Capacita, programa de aprimoramento profissional junto a renomadas instituições de ensino. Além disso, criamos o CreaLab, plataforma que mapeia soluções inovadoras para resolver desafios complexos de maneira ágil ao conectar pessoas, startups e instituições. Estimulamos, ainda, a criação de hubs de inovação em parceria com as associações com objetivo de oferecer um espaço propício ao ecossistema de inovação e impulsionar projetos e conexões em todo Estado. Foi inaugurado, em 2021, o hub de inovação em Mogi Mirim, parceria entre o Conselho e a Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mogi Mirim (ASEAAMM). O próximo lançamento será do Hub de Inovação Nova Alta Paulista (Hinap), criado pela Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos da Nova Alta Paulista (Aeaanap), em Adamantina, no dia 7 de fevereiro.
- Qual foi o impacto dessa transformação para a fiscalização do exercício profissional, função principal do Crea-SP?
O impacto foi gigantesco. De 2015 a 2021, tivemos um salto de 900% no crescimento do número das ações de fiscalização. Esse resultado só foi possível graças ao uso da tecnologia para apoiar a fase de pesquisa e apuração antes dos agentes fiscais irem à campo, o que otimiza o trabalho. Outro ponto é a adoção do modelo das forças-tarefas, que fiscalizam determinadas atividades, regiões e períodos pré-estabelecidos. No ano passado, alcançamos a marca histórica de quase 300 mil ações fiscalizatórias, o que representa 45% a mais da meta prevista. Queremos continuar evoluindo e já estabelecemos a meta de 400 mil ações de fiscalização para 2022, garantindo a segurança e proteção da sociedade, ao assegurar que à frente das atividades técnicas esteja um profissional habilitado pelo Conselho.
| Vinicius Marchese, presidente do Crea-SP: "Precisamos estar à frente do movimento de cidades inteligentes" (Foto: Divulgação) |

A estatal Eletrobras e sua subsidiária Eletronorte receberam aval da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para levar adiante o plano de erguer três grandes hidrelétricas na Bacia do Rio Tapajós, na Amazônia, uma das áreas mais preservadas da região.
Nesta semana, a agência aprovou o pedido das estatais de elaborar os estudos de viabilidade técnica e econômica das usinas de Jamanxim, Cachoeira do Caí e Cachoeira dos Patos, hidrelétricas que somariam mais de 2,2 mil megawatts, o suficiente para abastecer mais de 3 milhões de famílias. Os levantamentos poderão ser realizados até 31 de dezembro de 2023. Há mais de dez anos, a Aneel recebe pedidos para estudar a construção dessas usinas, mas estas nunca foram viabilizadas.
Eletrobras e Eletronorte estão no "Consórcio Tapajós", criado para viabilizar essas hidrelétricas que, há mais de uma década, não saem do papel devido aos possíveis impactos sobre áreas de conservação e terras indígenas.
O resultado de tentativas frustradas nos últimos anos acabou por esvaziar o próprio consórcio. O que hoje se resume a uma parceria estatal trazia, até meados de 2017, nomes de companhias francesas como a Electricité de France e a GDF Suez Energy Latin America (atual Engie), além de companhias nacionais como Neoenergia, Copel e Cemig. Essa formação ainda consta no documento da Aneel da aprovação.
Todas estavam reunidas com o propósito de erguer o maior complexo hidrelétrico do País no meio da Amazônia, o qual incluía outras duas usinas, São Luiz do Tapajós e Jatobá, as maiores. O Ibama, ainda em 2016, arquivou o processo de licenciamento de São Luiz, devido ao impacto direto a terras indígenas, o que é proibido por lei.
Nenhuma dessas usinas foi viabilizada, e o consórcio perdeu o interesse dos membros privados, que cansaram de gastar dinheiro com projetos frustrados. Foram nada menos que R$ 130 milhões injetados em pilhas de estudos.
Desde 2013, nenhum projeto hidrelétrico de médio ou grande porte foi licitado pelo governo federal, devido à complexidade ambiental. O governo já possui o inventário de cada rio, com a capacidade de geração de cada usina, mas basicamente todas as propostas incluem a criação de reservatórios que alagariam grandes áreas protegidas.
O que dizem as estatais
Questionada, a Eletrobras afirmou em nota que, "do ponto de vista técnico, a bacia do rio Tapajós guarda um relevante potencial hidrelétrico, com elevada capacidade natural de regularização das vazões do rio ao longo do ano" e que os estudos das novas usinas "ainda necessitam de ações governamentais".
A Eletronorte afirmou que "todos os projetos são viáveis tecnicamente e trariam grandes ganhos para a população brasileira, por serem empreendimentos de energia limpa, renovável e de custo potencialmente inferior ao de outras fontes de geração". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Dotado de um visual que lembra um carro de brinquedo, o Budget Air Car é um conceito desenvolvido pela Car Design Research (CDR), agência britânica de design em mobilidade futura. Ele comporta até seis passageiros em três fileiras, tem direção autônoma e propulsão elétrica.
A grande ideia por trás do seu desenvolvimento está no baixíssimo nível de emissão de CO2. Cada pessoa produziria cerca de 5 CO2 g/km. Isto é, apenas 2% dos 250 CO2 g/km que a mesma pessoa iria produzir caso realizasse o mesmo trajeto de avião.
Dessa forma, um passageiro poderia fazer 50 viagens de carro com o mesmo impacto ambiental que uma viagem de avião da mesma distância.
De acordo com a CDR, como o foco do Budget Air Car é a eficiência, o trem de força elétrico seria desenvolvido para viagens de longa distância. Assim, o projeto priorizaria a autonomia ante a performance.
Para comportar até seis pessoas alocadas em três fileiras, o carro - ainda tratado apenas como um conceito digital - deverá ter 5 metros de comprimento, 1,8 m de largura e 1,5 m de altura.
Cerca de 80% dos voos do continente europeu são feitos em trechos de curta distância. Como uma forma de mitigar o CO2 emitido nessas viagens, alguns países da Europa já estão restringindo voos deste tipo.
Em 2021, o parlamento francês votou por proibir voos internos curtos quando houvesse uma alternativa ferroviária e a viagem nessa modalidade durasse até 2h30.
Já o governo austríaco decidiu extinguir a principal rota de voo interna, entre a capital Viena e a cidade de Salzburg. Agora, o trajeto é feito de trem e leva cerca de três horas.
Fonte umsoplaneta
Segundo uma pesquisa recente realizada pela Endeavor, mais de 70% dos brasileiros sonham em abrir o próprio empreendimento.
No que se refere à engenharia, Tiago de Bortoli Luciano, mestre em Ciências Mecânicas e docente do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), avalia que a semelhança da profissão com o empreendedorismo, está na necessidade de o profissional “resolver problemas”.
Para o especialista, em ambas as áreas, um bom profissional precisa estar capacitado para enxergar globalmente os percalços que surgem (nos mais diversos nichos e segmentos) e, portanto, é necessário propor soluções técnicas que garantam os resultados desejados.
“O engenheiro por si só já é um empreendedor nato. Além disso, o processo de diminuição das contratações CLT e o aumento da “PJtização” dos trabalhos, também têm colaborado para que profissionais empreendam cada vez mais e melhor valorizem as suas habilidades na engenharia”, analisa Tiago.
Entre as principais tendências da profissão no empreendedorismo, o especialista do UDF exemplifica que existem hoje diversas consultorias para modelagem de projetos e em muitas áreas.
“Empresas e instituições têm empregado engenheiros em cargos da alta administração. O Brasil também tem passado por um processo de maior valorização da mão de obra técnica especializada, abrindo um caminho de crescimento horizontal para profissionais que buscam se desenvolver sem deixar as raízes técnicas do trabalho de engenharia”, avalia.
Como oportunidade de negócio e contribuição da profissão a sociedade, Tiago argumenta que, assim como um bom administrador deve ser, o engenheiro tem por característica ser exato, como também, a formação do engenheiro caracteriza-se pelo senso de responsabilidade do indivíduo e prioriza o trabalho realizado em conjunto.
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“Quando decisões empresariais são tomadas com base em cenários projetados e numéricos, as chances de sucesso aumentam exponencialmente. Por isso, a engenharia e o preparado teórico do engenheiro em si já são uma oportunidade de negócio. Analiso que a profissão colabora com a formação do senso de responsabilidade e do trabalho coletivo. Portanto, ser um engenheiro significa ter uma missão social e saber que o exercício dessa atividade constrói um bem maior para todos”, enfatiza.
Por fim, o mestre em Ciências Mecânicas e docente nos cursos de engenharia do UDF, Tiago de Bortoli Luciano, dá algumas dicas de perfil para o engenheiro que seja a independência profissional e empreender na profissão:
Fonte: Assessoria de Imprensa – Centro Universitário do Distrito Federal.

A Petrobras abriu nesta sexta-feira, 17, inscrições para o concurso público de 757 vagas imediatas e 3780 vagas para cadastro de reserva.
Todas as vagas são para profissionais de nível superior. O salário básico do profissional de nível superior júnior é de R$ 6.937,43 com garantia de remuneração mínima de R$ 11.716,82. Os profissionais serão contratados no regime CLT. Os aprovados poderão trabalhar em qualquer área ou unidade, a depender da necessidade da estatal.
Este é o primeiro processo seletivo da empresa em mais de três anos. A prova objetiva será realizada no dia 20 de fevereiro de 2022 em todas as capitais do Brasil e no Distrito Federal.
Segundo o edital, serão aceitos profissionais com formação em Ciência de Dados, Análise de Sistemas (engenharia de software, infraestrutura e processos de negócio), Engenharia Ambiental, Engenharia de Petróleo, Engenharia de Equipamentos (elétrica, eletrônica, inspeção, mecânica, terminais e dutos), Engenharia de Processamento, Engenharia Civil, Engenharia de Segurança de Processo, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Naval, Análise de Comércio e Suprimento, Análise de Transporte Marítimo, Geofísica (Física, Geologia), Geologia, Economia e Administração.
8% das vagas serão reservadas para pessoas com deficiência e 20% para pessoas negras (pretos e pardos), conforme a legislação.
As inscrições podem ser feitas a partir das 10h desta sexta-feira até o dia 5 de janeiro de 2022, pelo site da organizadora do concurso, o Cebraspe. O edital pode ser acessado aqui. O valor da taxa de inscrição é de R$ 79,83.
As vagas do concurso da Petrobras são divididas em diversas especialidades. Elas ocorrem da seguinte forma:

Naquele que foi considerado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) como o maior leilão de 5G do mundo, o Brasil definiu, no início de novembro, as empresas vencedoras para exploração e oferta da quinta geração da telefonia móvel. Com movimentação total de R$ 47,2 bilhões, a maior parte do montante será investido como contrapartida pelas operadoras de serviços de conectividade para melhorias na infraestrutura, modernização das tecnologias de redes e massificação do acesso a serviços de telecomunicações do País.
Na ocasião, foram vendidas faixas de radiofrequência de 700 MHz, 2,3 GHz, 26 GHz e 3,5 GHz. Com a disponibilização das bandas, a tecnologia 5G permite a ampliação da velocidade da conexão móvel e reduz a latência, o que garante conexão segura e estável. “Este cenário é extremamente favorável ao Brasil, pois teremos a disponibilização de novos serviços em todas as áreas da indústria, saúde, agricultura, produção e difusão de conteúdos”, avalia o presidente do Crea-SP, Eng. Vinicius Marchese.
Para o presidente, com o 5G, o País potencializará sua atuação no mercado mundial, com avanços significativos em frentes diversificadas: “Do canteiro das obras, que poderá contar com monitoramento em tempo real, à produção de alimentos, o Brasil terá a oportunidade de despontar como uma grande referência, com mais tecnologia agregada aos nossos produtos”, acrescenta.
Com o leilão, as operadoras terão que cumprir uma série de compromissos, como a obrigação de investimentos com tecnologia 4G ou superior em áreas sem cobertura e atendimento com tecnologia 5G para os municípios com mais de 30 mil habitantes. Antes de 31 de julho de 2022, as vencedoras devem começar a oferecer o 5G para as capitais e o Distrito Federal. Já a implementação para as demais cidades seguirá cronograma até 2029.
O edital também prevê recursos para a implantação de redes de transporte em fibra ótica na Região Norte e a construção da Rede Privativa de Comunicação da Administração Pública Federal. Há ainda destinação de recursos para projetos de conectividade de escolas públicas, o que viabilizará cobertura 5G para as escolas de educação básica do País.
“Teremos um salto gigantesco no processo de inovação do Brasil com o 5G e as profissões da área tecnológica possuem uma responsabilidade sem precedentes para a concretização desta nova realidade que se abre para a sociedade brasileira. Afinal, não se trata somente da velocidade de conexão, mas sim de utilizarmos aplicações de ponta, como a Internet das Coisas (IoT), que faz a conexão entre aparelhos com o controle de diversas atividades simultâneas”, complementa Marchese.
Com a comunicação entre eletrodomésticos, equipamentos, smartphones, roupas e automóveis, será possível, por exemplo, realizar procedimentos médicos à distância ou mesmo a direção automática de veículos e máquinas. “As tecnologias de automação e inteligência artificial são o futuro para o desenvolvimento das cidades brasileiras”, finaliza o presidente do Crea-SP.
Produção: CDI Comunicação Corporativa
Edição: Equipe de Comunicação Corporativa/GCE

Instalado em junho deste ano com a missão de promover a igualdade de gênero e contribuir com políticas que fomentem a participação feminina na área tecnológica, o Comitê Gestor do Programa Mulher do Crea-SP organiza o I Encontro Programa Mulher, no dia 02/12 às 18h30, na sede do Conselho na Avenida Angélica, nº 2364. O evento, que terá transmissão ao vivo no canal do YouTube do Conselho, está com inscrições abertas pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/i-encontro-programa-mulher-crea-sp/1414218.
Signatário da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), o Crea-SP incentiva a participação de mais mulheres no Sistema Confea/Crea e Mútua através de ações desenvolvidas pelo Comitê. Como resultado deste trabalho, será lançada uma cartilha orientativa para subsidiar associações, entidades de classe e instituições de ensino, para que implementem políticas que visem a igualdade de gênero nas profissões das Engenharias, Agronomia e Geociências.
“O Programa Mulher, criado pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), busca atingir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de número 5, que trata sobre igualdade de gênero e empoderamento feminino. Para cumprir com o propósito de criação do Comitê, elaboramos uma cartilha para apoiar a inclusão de mulheres dentro do sistema”, reforça a coordenadora do Comitê, Eng. Poliana Siqueira.
Na abertura do evento, será apresentada a trajetória do Comitê neste primeiro ano de existência. Na sequência, a programação traz no painel principal, as representantes da Amazon: Priscila Maior, gerente de engajamento, Eng. Fabiola Garcia, gerente técnica de contas, Tatiana Gomide, líder da prática de Advisory na área de serviços profissionais, e Renata Migliani, gerente de soluções para clientes.
Já a professora da Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES), Rossana Filetti, aborda em sua palestra a mulher no mercado de trabalho. E para tratar sobre comunicação não verbal, Eng. Maria Constantino, criadora do Maria Virou Eco, e Silvia Beralto, fundadora na Brand In – Se comunique com criatividade, encerram o ciclo de conversas.
Produzido pela CDI Comunicação