
Com índices de crescimento significativos em 2021, o agronegócio brasileiro tem se tornado um dos principais setores da economia e a demanda por inciativas que proporcionem o desenvolvimento sustentável cresceu na mesma proporção que o setor, posicionando o Brasil entre os 5 maiores mercados no mundo em termos de coleta e rerrefino do óleo lubrificante usado e contaminado (OLUC). Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra agrícola para o ano deve totalizar um recorde e crescimento estimado de 5,7% em relação ao ano anterior, que já havia sido a maior da história.
O crescimento no agro tem impulsionado também o mercado de máquinas agrícolas. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a expectativa é de um aumento de 7% em comparação a 2020, que obteve um faturamento de R$ 144,5 bilhões, considerando vendas internas e externas.
Com a alta demanda por maquinário agrícola, aumentou também a geração de resíduos pós-consumo, entre eles o óleo lubrificante usado e contaminado (OLUC). Considerado um Resíduo Perigoso Classe I, segundo a NBR-10004, o OLUC é altamente poluente e, se destinado incorretamente, gera grandes danos à saúde e ao meio ambiente.
A coleta e reciclagem do óleo lubrificante usado é uma das atividades que apoiam a economia circular e a sustentabilidade no agronegócio. O óleo lubrificante é o material utilizado em máquinas, equipamentos e motores, como colheitadeiras, cultivadores motorizados, tratores, etc.
Conforme o uso, o lubrificante perde suas funções e desempenho devido à degradação de alguns aditivos. Com isso, ocorre a redução da refrigeração e aumento do atrito e a troca do óleo torna-se necessária.
A legislação brasileira determina que todo óleo lubrificante usado deve ser coletado e destinado para a reciclagem, por meio do rerrefino, e proíbe taxativamente o uso do resíduo como combustível, para queima ou para quaisquer outros fins.
O Brasil está entre os 5 maiores mercados no mundo em termos de coleta e rerrefino do OLUC. De acordo com Aylla Kipper, gerente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Lwart Soluções Ambientais, há uma quantidade significativa de OLUC que ainda não é destinada corretamente. “Apesar dos 450 milhões de litros de óleo lubrificante usado ou contaminado que são coletados adequadamente, um volume próximo de 150 milhões de litros é destinado de forma inadequada e não passa pelo processo legal de rerrefino no Brasil. Uma fatia significativa deste volume coletado no País vem do agronegócio”, destaca a executiva.
A Lwart Soluções Ambientais, empresa 100% brasileira com sede em Lençóis Paulista e com coleta em mais de 3.300 municípios em todo País, coletou em 2020, só no setor de mineração e agronegócio, mais de 18 milhões de litros de óleo lubrificante usado.
Referência mundial em rerrefino de óleo lubrificante usado, a Lwart é a primeira rerrefinadora da América Latina a produzir óleos básicos de alto desempenho, do Grupo II, matéria prima principal na produção do óleo lubrificante. A tecnologia empregada no rerrefino do OLUC pela Lwart consegue reaproveitar praticamente 100% do resíduo que entra no processo industrial. Um processo ecoeficiente no qual nada se perde, toda matéria prima é aproveitada de alguma forma.


Fonte: Broadcast
O agronegócio paulista fechou com superávit de US$ 5,53 bilhões no acumulado de 2021 até maio, saldo 13,3% maior ante igual período do ano passado, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
As exportações cresceram 9,4%, alcançando US$ 7,42 bilhões, e as importações caíram 0,5%, para US$ 1,89 bilhão. A participação das exportações do agronegócio paulista na balança total do Estado é de 36,8%, enquanto a das importações setoriais é de 7,1%. Além disso, o IEA chamou a atenção para o papel do agronegócio paulista no sentido de reduzir o déficit do comércio exterior de São Paulo, que chegou a US$ 12,09 bilhões.Em maio de 2021, as exportações do agronegócio em São Paulo somaram US$ 1,67 bilhão, e as importações, US$ 0,35 bilhão, registrando superávit de US$ 1,32 bilhão. Na comparação com maio do ano passado, o valor da balança comercial recuou 2,3% nas exportações e teve aumento de 25% nas importações.

O Governo Federal lançou, nessa terça-feira (22), o Plano Safra 2021/2022, com R$ 251,22 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional. O valor reflete um aumento de R$ 14,9 bilhões (6,3%) em relação ao plano anterior. Os financiamentos poderão ser contratados de 1º de julho de 2021 a 30 de junho de 2022.
Do total, R$ 177,78 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização e R$ 73,4 bilhões serão para investimentos. Os recursos destinados a investimentos tiveram aumento de 29%.
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, afirmou que o atual Plano Safra deixará o agro brasileiro ainda mais competitivo, reforçando as práticas de uma produção cada vez mais verde, inclusiva e próspera. Também lembrou as soluções tecnológicas sustentáveis para ampliar a produção e melhorar a renda do produtor. “Nas próximas décadas, a produção agrícola mundial deverá crescer em sintonia com a conservação ambiental. Porém, sem descuidar dos ganhos de produtividade e da inclusão social. Graças à ciência e à inovação, o Brasil será protagonista desse processo.”
Para o próximo ciclo, o Plano Safra ficará ainda mais verde, com o fortalecimento do programa ABC, do Inovagro e do Proirriga, abrangendo o financiamento à produção de bioinsumos, de energia renovável e à adoção de práticas conservacionistas de uso, manejo e proteção dos recursos naturais e agricultura irrigada.
O Programa para Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (ABC), que é a principal linha para financiamento de técnicas sustentáveis, teve uma ampliação de 101% em relação aos recursos disponibilizados no Plano Safra anterior. A linha terá R$ 5,05 bilhões em recursos com taxa de juros de 5,5% e 7% ao ano, carência de até oito anos e prazo máximo de pagamento de 12 anos.
O Plano Safra 21/22 prevê ainda o financiamento para aquisição e construção de instalações para a implantação ou ampliação de unidades de produção de bioinsumos e biofertilizantes na propriedade rural, para uso próprio. Também serão financiados projetos de implantação, melhoramento e manutenção de sistemas para a geração de energia renovável. O limite de crédito coletivo para projetos de geração de energia elétrica a partir de biogás e biometano será de até R$ 20 milhões.
O Proirriga, programa destinado ao financiamento da agricultura irrigada, terá R$ 1,35 bilhão, com juros de 7,5% ao ano. Já o Inovagro, voltado para o financiamento de inovações tecnológicas nas propriedades rurais, ficou com R$ 2,6 bilhões, e taxas de juros de 7% ao ano.
Os recursos para os pequenos produtores rurais tiveram um acréscimo de 19%. Serão destinados R$ 39,34 bilhões para financiamento pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 3% e 4,5%. Desse valor, R$ 21,74 bilhões são para custeio e comercialização e R$ R$ 17,6 bilhões para investimentos.
Entre as novidades do Plano Safra deste ano, está o fortalecimento do Pronaf Bioeconomia, com a inclusão de financiamento para sistemas agroflorestais, construção de unidades de produção de bioinsumos e biofertilizantes e projetos de turismo rural que agreguem valor a produtos e serviços da sociobiodiversidade.
Para o médio produtor, no âmbito do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), foram disponibilizados R$ 34 bilhões, um aumento de 3% em relação à safra passada. São R$ 29,18 bilhões para custeio e comercialização e R$ 4,88 bilhões para investimento, com juros de até 6,5% ao ano.
O seguro rural foi ampliado, mais que dobrando a área segurada e os produtores atendidos. Para 2022, a Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural será de R$ 1 bilhão. Com esse montante, será possível contratar aproximadamente 158.500 apólices, proteger 10,7 milhões de hectares e um valor total segurado de R$ 55,4 bilhões.
O Programa Nacional de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) terá a inclusão de novos estudos para 12 culturas, além de mudanças estruturais na metodologia com a inclusão de seis classes de armazenamento hídrico para os solos e de níveis de manejo, bem como a implementação do ZarcPro, o zoneamento de produtividade.
Saiba mais sobre o Plano Safra 2021/2022
Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

O 2º ciclo do programa “Soja Sustentável do Cerrado” abriu inscrições para projetos que possam encontrar soluções sustentáveis para o setor, informa o site AG|Evolution. Desenvolvido em quatro ciclos, o programa tem recurso inicial de cerca de R$2,2 milhões para apoio às startups, com a possibilidade de aumento de receita a partir da entrada de novos parceiros. O Soja Sustentável do Cerrado é o resultado de uma parceria entre o hub de inovação AgTech Garage e o Land Innovation Fund.
Agro 4.0
O desafio visa aproximar o Agro 4.0 das questões ambientais, estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias para o setor, viáveis técnica e economicamente, com soluções de inovação que contemplem toda a propriedade rural.
As áreas são diversas e incluem desde de técnicas de manejo e uso do solo à preservação da floresta em pé, de monitoramento ambiental à redução do desmatamento, do uso sustentável do solo aos serviços ambientais.
“Mais do que nunca, é necessário cuidar da terra para colher bons resultados – econômicos e socioambientais – ampliando o entendimento de que a inovação pode ser uma aliada da agricultura na busca pela sinergia entre produtividade e sustentabilidade”, afirma Carlos E. Quintela, diretor do Land Innovation Fund. (com informações da assessoria de imprensa)

Os números do cooperativismo mostram que esse modelo de negócio é próspero no Brasil. São mais de 15 milhões de cooperados de norte a sul, distribuídos em 5.314 cooperativas em sete atividades econômicas. E a atuação do agrônomo tem papel relevante no setor.
“Pelo menos 10% do quadro operacional das cooperativas de agropecuária é composto por profissionais das áreas rurais: agrônomos, veterinários, zootecnistas. De uma maneira mais intensa, os engenheiros agrônomos. É muito comum, hoje, os gerentes das cooperativas, até os dirigentes, e os presidentes e diretores, serem de formação em engenharia agronômica, e zootecnia e veterinária, ou seja, nas ciências da produção rural”, conta o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Nesse universo, as mulheres também têm ganhado espaço tanto na função de cooperadas, como no de líderes de cooperativas, conforme a OCB. Os estados com maior representatividade feminina no sistema cooperativista são Ceará e Amazonas.
“É uma representatividade que é exemplo para outros estados. Nesses estados, muitas mulheres são chefes de família e assumem esse papel mais preponderante no cooperativismo também”, aponta a gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabíola Nader Motta.
Fonte Canal Rural

A Associação Brasileira de Criadores de Insetos tem uma cartilha que traz dicas para quem quer começar a criar o tenébrio.
Quando adulto, ele vira um besouro. E as suas larvas são ricas em proteínas e usadas na alimentação de animais.
Conheça o tenébrio, inseto que pode ser uma fonte de proteína em rações animais e suplementos
Já ouviu falar no tenébrio? É um besourinho que faz parte da ordem coleóptera e, apesar de pouco conhecido, é um dos insetos com maior produção comercial no Brasil.
O seu maior mercado está na alimentação de animais. Suas larvas viram comida para aves de cativeiro, rãs, sapos, que, atualmente, estão em falta no mercado e chegam a custar mais de R$ 500 em vendas diretas pela internet.
Além deste uso, pesquisas estão desenvolvendo outros produtos com o tenébrio, como ração animal, suplementos e biofilmes. E tem até quem já desenvolveu um chocolate com o bichinho, voltado para o consumo humano.
A farmacêutica e pesquisadora Maria Lúcia Cocato e o físico Jorge Sarkis estudaram o valor nutricional do tenébrio e, com ele, desenvolveram, um suplemento que aguarda reconhecimento de patente.
O inseto tem um teor proteico que passa de 50%, podendo substituir, por exemplo, a farinha de peixe.
"O tenébrio (...) ele é muito rico em proteínas com alto valor biológico, de alta qualidade. Ele é muito rico em gorduras também", diz Maria Lúcia, acrescentando que o inseto contém quantidades importantes de ômega 3 e 6.
Em uma pequena criação em São Paulo, os dois pesquisadores preparam larvas para virar farinha. Elas são colocadas em um congelador para que o seu metabolismo seja reduzido até a morte. Depois disso, vão para o cozimento e desidratação e, em seguida, processadas para virar farinha.
"Esse pozinho branco é o nosso segredo industrial dentro desse desenvolvimento tecnológico. Na verdade, eu tenho a farinha do tenébrio misturada a esse pozinho que é um componente natural e vai aumentar a absorção de nutrientes que já têm naturalmente no tenébrio", afirma a pesquisadora.
Segundo Sarkis, a próxima etapa do estudo será avaliar o impacto do suplemento em um rebanho suíno e em um criatório de tilápias.
Tem também quem utilize o tenébrio na alimentação humana. É o caso do Casé Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Criadores de Insetos. "Nós chamamos de super alimento", diz ele sobre o tenébrio.
Com o bichinho, ele já desenvolveu um chocolate. "Esse produto aqui é um choconebrio, que tem 48% de proteína. Geralmente em um chocolate não tem proteína. Então acaba criando um alimento funcional", afirma Casé.
Recentemente, a Agência Europeia de Segurança Alimentar liberou o consumo do tenébrio para humanos.
Leia a Matéria completa no Globo Rural

OLÁ ,
3º dia da 14ª Semana de Agronomia – Ciclo de Palestras da AEAARP – On line
Para que você possa receber certificado, precisará cumprir duas etapas:
1. Fazer o login e assistir as palestras (serão computadas horas por palestra assistida)
2. Preencher e enviar o formulário de avaliação do 3º dia de palestra do evento.
( https://forms.gle/M2KZVNdHjnqoYjv26 ) – preencha corretamente com todos dados solicitados como nome e email e concorra ao sorteio de um brinde!
Para assistir a palestra de hoje, último dia (25/06/2020) - https://zoom.us/meeting/register/tJcqce6vrTIqG9bxlm6p4biTCKOERUkoZO6h
Dúvidas entrar em contato com o email eventos@aeaarp.org.br
AEAARP e você, sempre juntos!

Redução do uso de fertilizantes, aumento da rentabilidade das lavouras e preservação do meio ambiente estão entre as vantagens do processo
A compostagem, processo bio-oxidativo controlado da matéria orgânica, vem se tornando uma ferramenta essencial para a preservação do meio ambiente, na medida em que usa como matéria prima resíduos de outras linhas de produção, evitando seu envio para lixões e/ou aterros. “O composto orgânico resultante do processo é utilizado em diversas atividades agrícolas, além de ser fundamental para a reposição da matéria orgânica nos solos tropicais cultivados”, explica a engenheira agrônoma Katia Goldschmidt Beltrame.
Segundo ela, o manejo adequado da matéria orgânica dos solos agrícolas possibilita, entre outros benefícios, a redução do uso de fertilizantes importados, com a consequente diminuição de custos e dependência de insumos do exterior, e o aumento da rentabilidade das lavouras.
Beltrane abordará o assunto na palestra “Compostagem e suas vantagens”, no dia 24 de junho, às 19h, e detalhará as fases e os sistemas da compostagem, benefícios ambientais, agronômicos e econômicos, além da legislação vigente dos insumos de base orgânica. O evento integra a 14ª Semana de Agronomia da Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto (AEAARP), que acontece on-line de 23 a 25 de junho na página do Facebook da associação (facebook.com/aeaarp/) e pelo canal da AEAARP no Youtube.
“Saber proceder à compostagem de maneira eficiente tornou-se uma qualificação extremamente valorizada para profissionais, como engenheiros agrônomos e ambientais, que entendem seus mecanismos e suas vantagens como a melhor ferramenta para integrar a preservação ambiental e a agricultura”, ressalta.
Katia Goldschmidt Beltrame é diretora da MK2R Soluções em Compostagem, possui especialização em microbiologia de solo e trabalha há 25 anos com compostagem, tendo utilizado em projetos mais de 5 milhões de toneladas de resíduos.
A Semana de Agronomia é voltada para profissionais, estudantes da área e pessoas interessadas no tema; tem o apoio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA/SP). As inscrições podem ser feitas no Portal da AEAARP, no link https://aeaarp.org.br/eventos.
Agenda
14ª Semana de Agronomia AEAARP
De 23 a 25 de junho
Transmissão on-line pela página do Facebook da AEAARP (facebook.com/aeaarp/) e pelo canal da AEAARP no Youtube.
Inscrições: www.aeaarp.org.br/eventos

Palestrante Raul Cânovas defende que paisagismo é algo para ser vivido e não apenas contemplado
“O paisagismo constitui um lado essencial para as pessoas. Ele faz parte da nossa existência, através da vegetação e dos componentes arquitetônicos”, diz o paisagista Raul Cânovas. Para ele, o paisagismo é uma ocupação que requer técnica e, o mais importante, um comprometimento moral com o meio ambiente e com o bem-estar do ser humano. Cânovas tratará do tema na palestra “A ética e a arte no paisagismo - sustentabilidade ambiental e social”, no dia 23 de junho, na 14ª Semana de Agronomia da Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto (AEAARP), que será on-line.
Cânovas defende que a relevância do tema está centrada não apenas na profissão de agronomia, mas em como devemos nos posicionar perante a vida. “Quando falamos de paisagismo não é apenas algo que contemplamos através de uma janela e sim algo para ser vivido, já que estamos inseridos no meio dessa paisagem. É para ser ouvido, gostado, cheirado, tocado e profundamente sentido”, afirma.
O paisagista vem de uma família que atua na área de jardinagem e de projetos paisagísticos há mais de cem anos. Trabalha na área há 62 anos e já projetou e/ou executou mais de 2.800 jardins. Cânovas conquistou diversos prêmios, dentre eles o da II Exposición Hortícola Internacional, realizada em Buenos Aires; no Concurso “Paulista Viva” e no Concurso de “Revitalização do Centro de São Paulo”, integrando a equipe do urbanista José Moraes.
Esta edição da Semana de Agronomia será totalmente on-line, transmitida pela página do Facebook da AEAARP (facebook.com/aeaarp/) e pelo canal da AEAARP no Youtube. Voltada para profissionais, estudantes da área pessoas interessadas no tema, o evento tem o apoio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA/SP). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no Portal da AEAARP, no link https://aeaarp.org.br/eventos.
Agenda
14ª Semana de Agronomia AEAARP
De 23 a 25 de junho
Transmissão on-line pela página do Facebook da AEAARP (facebook.com/aeaarp/) e pelo canal da AEAARP no Youtube.
Inscrições: www.aeaarp.org.br/eventos