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Cresce a demanda por engenheiros eólicos

Em tempos de ameaça de apagão e conscientização ambiental, a energia eólica é uma das grandes apostas para o setor de energético brasileiro nos próximos anos. Junto com ela, cresce a demanda por engenheiros eólicos, uma modalidade ainda pouco explorada no ramo da engenharia, mas com boas perspectivas de ascensão.

A energia eólica é a transformação da energia do vento em outras fontes energéticas, como elétrica e mecânica. Fatores como a crise hídrica dos últimos dois anos impulsionaram o setor. Em 2015, a oferta de energia eólica no Brasil deve crescer 60%, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica). Regiões como o Nordeste e o Vale do São Francisco, que concentram grande parte das usinas eólicas, apresentam as melhores oportunidades para quem pretende se dedicar ao setor.

“Um engenheiro especialista poderá trabalhar em todas as fases de desenvolvimento de uma usina eólica, desde a pesquisa das melhores áreas para instalação de uma usina até contribuir para os processos de operação e manutenção das máquinas instaladas”, explica a presidente da Abeeolica, Elbia Silva Gannoum.

Segundo ela, o profissional também deve estar preparado para atuar na comercialização e regulação de energia elétrica, além da gestão de contratos de comercialização de energia.  Ele também pode se especializar em softwares que fazem projetos e análises de potenciais eólicos nas regiões de interesse.

Expansão
“A profissão está em expansão, do mesmo modo que a fonte eólica. A perspectiva é que a fonte cresça expressivamente nos próximos anos, uma vez que a indústria eólica encontra-se em um patamar consolidado de maturidade e o planejamento energético feito pelo governo e empreendedores aponta a permanência deste crescimento”, afirma Gannoum.

Com os ventos soprando a favor, em poucos anos, de acordo com os especialistas, a modalidade de engenharia eólica deve estar consolidada na maioria das universidades que oferecem cursos de engenharia.

“Apesar de a formação básica estar ligada às engenharias tradicionais, como civil elétrica e ambiental, os profissionais devem ter conhecimentos específicos dos dispositivos das máquinas eólicas e conhecer bem o setor”, diz a presidente da Abeeolica, que dá dicas para quem pretende seguir a carreira. “É necessário estar atento às tendências do setor elétrico. Existem muitos cursos no Brasil e no exterior com foco em energia eólica. Em função do atual cenário de crise energética, esse tipo de profissional será cada vez mais requisitado.”

Fonte: vagas.com.br

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