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Brasil tem carência de engenheiros

Dados do Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (Confea) estimam um déficit de 20 mil novos engenheiros para atender a demanda atual do País. A pedido do iG, a Catho fez um levantamento para verificar qual a remuneração média de 10 especialidades dentro desta carreira.

O head de pesquisa e estratégia da Catho, Luis Testa, afirma que essa carreira tem profissionais com remuneração inicial alta porque são muito especializados. Os dados foram obtidos de informações passadas por empresas que oferecem vagas para engenheiros e também para profissionais já colocados no mercado. São eles:

Engenheiro de Poço/Completação – R$ 8.930,31
Engenheiro de Obras – R$ 8.470,02
Engenheiro de Petróleo – R$ 7.785,44
Engenheiro de Poço/Perfuração – R$ 6.762,07
Engenheiro Metalúrgico – R$ 6.727,75
Engenheiro Civil – R$ 6.707,49
Engenheiro de Produção – R$ 6.437,44
Engenheiro de Campo – R$ 6.408,65
Engenheiro Geológico / Cartográfico – R$ 6.135,34
Engenheiro de Processos – R$ 5.737,47

O head afirma que as vagas de engenheiros são muito procuradas, mas o volume médio de posições ofertadas é maior. "Muitas pessoas podem ser formadas em engenharia, mas buscam outras vagas. Falta profissional desse segmento específico. A grande habilidade do engenheiro é solucionar problemas. A formação básica é voltada para isso. Acredito que esse seja o motivo de vermos engenheiros ocupando ótimos cargos em qualquer área", afirma Testa.

Para o executivo, a falta de engenheiros é reflexo de dois fenômenos: O primeiro é que até pouco tempo não havia tanta demanda por engenheiros, e o segundo é que muitos engenheiros acabam trabalhando em funções desvinculadas da engenharia. "Esse cenário levará tempo para mudar, mas já vemos isso acontecer gradualmente", analisa.

A procura por vagas ficou maior, especialmente em Engenharia Civil, onde está a maior parte dos formandos. "O Brasil tem investido em infraestrutura, estradas, transportes, tivemos as obras da Copa, o setor imobiliário viveu anos de grande aquecimento. Tudo isso nos fez ver que é preciso formar mais profissionais. As empresas tem um grande número de vagas."

Segundo o Confea, o Brasil forma menos menos engenheiros (apenas 60 mil por ano) do que boa parte de países emergentes, como China (650 mil/ano), Índia (220 mil) e Rússia (190 mil).

O recorte dos salários foi feito a partir da 49ª edição da Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho que contou com mais de 480 mil respondentes em mais de 2.000 cidades do Brasil.

Fonte: iG

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