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Engenharia no Brasil, um futuro promissor

O Brasil conseguirá suprir as demandas da engenharia no futuro, sobretudo se a economia se aquecer a níveis superiores aos atuais? O IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) examina esses desafios em estudo publicado no boletim Radar 12, em que faz um diagnóstico sobre mão de obra e formação de pessoal técnico-científico no mercado brasileiro. Embora o estudo, intitulado “Potenciais Gargalos e Prováveis Caminhos de Ajustes da Engenharia no Brasil”, indique que o número de engenheiros formados até 2020 será suficiente para atender a demanda prevista, esse cenário pode ser prejudicado pelo chamado “desvio ocupacional”. Se a economia do país crescer 4,5% ao ano, a oferta de engenheiros no mercado de trabalho não será suficiente para atender à demanda da indústria, da agroindústria, do comércio e das áreas de tecnologia em geral em 2020.

Isso porque o estudo mostra que, em 2009, apenas 38% dos formados em engenharia estavam no mercado nas suas ocupações típicas – ou seja, seis em cada dez engenheiros atuavam em outras funções que não engenharia. A previsão é que, em 2020, esse número pule para 45%. Em caso de maior crescimento da economia, os setores que podem ser mais afetados seriam os da construção civil, mineração, petróleo e gás.

Segundo o IPEA, se a economia crescer 6% anualmente, a quantidade de engenheiros necessários para a área de petróleo e gás subirá 19,3% até 2020. Nesse mesmo cenário, a indústria extrativa mineral precisará de 10,3% a mais de engenheiros e a procura na indústria de transformação crescerá 8,4%. Mas o número de profissionais não será suficiente para atender a essa demanda.

Como evitar o problema?
O estudo propõe algumas medidas de curto prazo, como aumento de salários para evitar o desvio ocupacional, retenção de profissionais em vias de se aposentar, retorno dos aposentados ao mercado e investimento em capacitação e treinamento. No longo prazo, sugere medidas como investimento em educação, com políticas de ampliação da oferta no sistema educacional e a garantia de formação básica com qualidade, para aumentar o número de jovens aptos para o ensino superior e o mercado de trabalho.

O incentivo aos jovens para carreiras nessa área se fortalece diante das boas perspectivas de demanda. Uma iniciativa que vem dando bons resultados é o programa Inova Engenharia, criado há cinco anos pela Confederação Nacional da Indústria para aproximar os currículos dos cursos de engenharia das necessidades do mercado de trabalho. Uma de suas ações é a concessão de bolsas de iniciação científica para alunos de graduação e do ensino técnico, a fim de evitar a evasão dos primeiros e aumentar o interesse na carreira no segundo grupo. Um dos grandes problemas é que os alunos não têm contato com a profissão e, com as bolsas, é possível aumentar o contato e motivá-los.

Fonte: Época Negócios 

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